A ludicidade é assunto que tem conquistado espaço no panorama nacional, principalmente na educação infantil, por ser o brinquedo a essência da infância e seu uso permitirem um trabalho pedagógico que possibilita a produção do conhecimento, da aprendizagem e do desenvolvimento.
Independentemente de época, cultura e classe social, os jogos e brinquedos fazem parte da vida da criança, pois elas vivem em um mundo de fantasia, de encantamento, de alegria, de sonhos onde a realidade e o faz-de-conta se confundem, apesar de a história de antigas civilizações mostrar o contrário, fazendo o brincar se transformar em pecado.
Nas sociedades de mudanças aceleradas em que vivemos, somos sempre levados a adquirir competências novas, pois é o individuo a unidade básica de mudança. A utilização de brincadeiras e jogos no processo pedagógico faz despertar o gosto pela vida e leva as crianças a enfrentarem os desafios que lhe surgirem. Esta pesquisa irá mostrar o quanto o “lúdico” pode ser um instrumento indispensável na aprendizagem, no desenvolvimento e na vida das crianças, tornar evidente que os professores e futuros professores devem e precisam tomar consciência disso, saber se os professores atuantes têm conhecimento de alguns conceitos, como o “lúdico” e a “brinquedoteca” e muitas outras questões sobre a relação do brincar com a aprendizagem e o desenvolvimento da criança.
Nesse sentido o lúdico pode contribuir de forma significativa para o desenvolvimento do ser humano, seja ele de qualquer idade, auxiliando não só na aprendizagem, mas também no desenvolvimento social, pessoal e cultural, facilitando no processo de socialização, comunicação, expressão e construção do pensamento. Vale ressaltar, porém, que o lúdico não é a única alternativa para a melhoria no intercambio ensino-aprendizagem, mas é uma ponte que auxilia na melhoria dos resultados por parte dos educadores interessados em promover mudanças.
Autora: Juliana Tavares Maurício
Instituto Educar
quarta-feira, 6 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
A leitura que transforma
Qual a importância do ato de ler? Que efeitos a leitura pode causar à vida de uma pessoa? A leitura deve ser um ato solitário ou compartilhado? Essas e outras questões se fazem presentes quando o assunto envolve a leitura em toda a sua dimensão.
“Vamos fazer do Brasil um país de leitores”
O slogan fez parte de uma campanha de difusão da leitura no ano de 2002; foi divulgado em escolas através de cartazes (inclusive um deles transformado em quadro e colocado na biblioteca de minha escola). A crítica é: como formar leitores em um país marcado pela carência cultural e pela dificuldade econômica em adquirir livros? Pessimismos à parte, trabalhemos com os fatos. A realidade da leitura no Brasil mostra uma grande deficiência na formação de leitores; atualmente, em nosso país, há um número significativo de analfabetos funcionais – prova disso é o resultado do PISA/2000 e da PROVA BRASIL/2005, que apontaram o nível baixo dos alunos em interpretação textual, ou seja, alunos que lêem, mas não conseguem abstrair a mensagem do texto.
É certo que vários fatores colaboram para esse panorama: famílias de não leitores, custo alto dos exemplares, escassez de bibliotecas, acervos desatualizados e o papel da escola, em especial o do professor, no trabalho com a leitura em sala de aula. Este último, aliás, tem sido alvo de críticas de diversos autores, pois para muitos especialistas, a leitura vai mal porque a escola está mal. Em muitas não há o espaço privilegiado para se realizar a leitura: a biblioteca; quando há tal espaço, conta-se com acervos desatualizados e profissionais mal preparados ou inexistentes.
Ainda referindo-me à escola, constata-se uma maior preocupação em incentivar a leitura aos alunos da educação infantil e séries iniciais com cantinhos da leitura, hora do conto, etc, o que é muito válido, pois é através dos primeiros contatos que a criança pode se inserir no mundo fantástico da leitura e daí vai, aos poucos, descobrindo outras leituras e se tornando um sujeito leitor. No entanto, verifica-se que todo esse trabalho de inserção ao mundo da leitura prazerosa se esvai do 5º ano em diante, quando os professores começam a adotar como atividades fichamentos de leitura, tornando o ato de ler meramente obrigatório, com histórias muitas vezes desinteressantes para os alunos.
O papel de mediador desempenhado por nós professores não é tarefa fácil, aliás, esse trabalho não deve ser tarefa exclusiva do professor de Língua Portuguesa, em todas as disciplinas ele deve ser desenvolvido. A função de cada um de nós, professores e professoras, independente da área curricular, é promover a leitura de textos que devam ser aprofundados para que todos vivenciem o encantamento da descoberta de sentidos trazido pela leitura, dialogando com a realidade e formando para a cidadania. Seguindo o pensamento de Paulo Freire (1988), quanto mais um povo se torna consciente de sua história, mais facilmente perceberá as dificuldades socioeconômicas e culturais da realidade em que vivemos e, conseqüentemente, estará apto para o enfrentamento e a libertação.
Autora: Márcia Patrícia Barboza de Souza
“Vamos fazer do Brasil um país de leitores”
O slogan fez parte de uma campanha de difusão da leitura no ano de 2002; foi divulgado em escolas através de cartazes (inclusive um deles transformado em quadro e colocado na biblioteca de minha escola). A crítica é: como formar leitores em um país marcado pela carência cultural e pela dificuldade econômica em adquirir livros? Pessimismos à parte, trabalhemos com os fatos. A realidade da leitura no Brasil mostra uma grande deficiência na formação de leitores; atualmente, em nosso país, há um número significativo de analfabetos funcionais – prova disso é o resultado do PISA/2000 e da PROVA BRASIL/2005, que apontaram o nível baixo dos alunos em interpretação textual, ou seja, alunos que lêem, mas não conseguem abstrair a mensagem do texto.
É certo que vários fatores colaboram para esse panorama: famílias de não leitores, custo alto dos exemplares, escassez de bibliotecas, acervos desatualizados e o papel da escola, em especial o do professor, no trabalho com a leitura em sala de aula. Este último, aliás, tem sido alvo de críticas de diversos autores, pois para muitos especialistas, a leitura vai mal porque a escola está mal. Em muitas não há o espaço privilegiado para se realizar a leitura: a biblioteca; quando há tal espaço, conta-se com acervos desatualizados e profissionais mal preparados ou inexistentes.
Ainda referindo-me à escola, constata-se uma maior preocupação em incentivar a leitura aos alunos da educação infantil e séries iniciais com cantinhos da leitura, hora do conto, etc, o que é muito válido, pois é através dos primeiros contatos que a criança pode se inserir no mundo fantástico da leitura e daí vai, aos poucos, descobrindo outras leituras e se tornando um sujeito leitor. No entanto, verifica-se que todo esse trabalho de inserção ao mundo da leitura prazerosa se esvai do 5º ano em diante, quando os professores começam a adotar como atividades fichamentos de leitura, tornando o ato de ler meramente obrigatório, com histórias muitas vezes desinteressantes para os alunos.
O papel de mediador desempenhado por nós professores não é tarefa fácil, aliás, esse trabalho não deve ser tarefa exclusiva do professor de Língua Portuguesa, em todas as disciplinas ele deve ser desenvolvido. A função de cada um de nós, professores e professoras, independente da área curricular, é promover a leitura de textos que devam ser aprofundados para que todos vivenciem o encantamento da descoberta de sentidos trazido pela leitura, dialogando com a realidade e formando para a cidadania. Seguindo o pensamento de Paulo Freire (1988), quanto mais um povo se torna consciente de sua história, mais facilmente perceberá as dificuldades socioeconômicas e culturais da realidade em que vivemos e, conseqüentemente, estará apto para o enfrentamento e a libertação.
Autora: Márcia Patrícia Barboza de Souza
segunda-feira, 21 de março de 2011
Turmas de Pós-Graduação
Serão abertas agora em Abril turmas de Pós-Graduação pelo Instituto Educar.
Início da aulas previsto para dia 16 e 17 de abril
Horário: sábado de 14h às 18h
domingo de 08h às 12h/14H às 17:30
Cursos são realizados de forma presencial e semi-presencial,quinzenalmente aos sábados e domingos.
Local de funcionamento das turmas: Colégio Madre Deus (próximo a Igreja de São Benedito e Palácio do Karnak).
Turmas com inscrições abertas:
- Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional.
- Pós-Graduação Latu Senso em Gestão Pública.
- Especialização em Educação Especial.
- Pós - Graduação Latu Senso em Psicopedagogia com Foco Escolar.
Mais informações,entrar em contato pelos tels:
*(86)8806-7804 - Coord. de Extensão
*(86)8865-8579 - Coord. Pedagógica
*(86)8863-0207 - Coord. Geral
Ou pelo nosso site: http://www.iedpiaui.com.br/
Twitteiros
Olá a todos os que visitam o blog do Instituto Educar,ou como chamamos carinhosamente IED. Se algum twitteiro passar por aqui, saibam que nosso instituto também já existe no mundo do Twitter,basta acessar a nossa pág www.twitter.com/#Educar_ied nos seguir e compartilhar conosco as suas expectativas, experiências e tudo em torno da Educação.Afinal tudo que é bom,merece um retweet. Assim também você irá continuar sempre informado de tudo o que acontece em nosso blog e site, as novidades mais recentes de nós que faremos de tudo em prol da EDUCAÇÃO.
domingo, 20 de março de 2011
Novidade (Histórico)
O Instituto Educar veio para inovar a todos os aspectos relacionadoa a Educação. Hoje,iremos disponibilar a todos vocês o histórico do Instituto Educar do Piauí.
Histórico:
Histórico:
O Instituto Educar - IED é uma entidade de caráter civil, sem fins lucrativos em que a finalidade é desenvolver projetos na área da educação, da arte, da cultura e do meio ambiente, disponibilizar suas atividades à população em geral, em situação complementar às desenvolvidas pelo Estado, com o objetivo de propor, executar e disseminar programas de treinamento e de cursos de formação em diversas áreas do saber, do desenvolvimento sustentável e do comunitário.
Objetivamos ser um centro de formação de cidadãos e profissionais éticos, solidários e competentes nas áreas em que atuar, para a sua inserção consciente na sociedade e no mercado de trabalho, criando com isso espaços de construções coletivas, considerando o saber acadêmico e o saber local na construção de um saber ampliado. Desenvolver o espírito científico e o pensamento reflexivo. Realizar pesquisas e estímulos à atividades criadoras. Promover pós - graduação, extensão, atualização, e treinamento profissional à comunidade mediante cursos e serviços.
O Instituto Educar, visa, ainda em suas áreas de atuação, fomentar o dialogo e a formação continuada em suas áreas de competências, bem como o dialogo com as demais áreas. Trabalhar numa perspectiva inclusiva e os espaços para a diversidade.
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